Mar.2010
Fev.2010
Jan.2010
Dez.2009
Nov.2009
Out.2009
Set.2009
Ago.2009
Jul.2009
Jun.2009
Mai.2009
Abr.2009
Mar.2009
Fev.2009
Jan.2009
Dez.2008
Nov.2008
Out.2008
Set.2008
Ago.2008
Jul.2008
Jun.2008
Mai.2008
Abr.2008
Mar.2008
Fev.2008
Jan.2008
Dez.2007
Nov.2007
Out.2007
Set.2007
Ago.2007
Jul.2007
Jun.2007
Mai.2007
Abr.2007
Mar.2007
Jan.2007
Dez.2006
Nov.2006
Set.2006

Mas e os animais?
(21/02/2008)

Com início do ano letivo escolar, o Parque começa a receber as escolas da região em visitas monitoradas e dentre as perguntas realizadas pelos educandos e educadores já é previsível qual será a mais freqüente: ”Mas e os animais???”

Infelizmente, o fato de estarmos devidamente legalizados perante os órgãos ambientais, com os recintos prontos, ornamentados e adequados para as espécies, não significa que logo as receberemos. O caminho é longo, pois dependemos que outros criadouros ou zoológicos, também legalizados, tenham um representante da espécie solicitada excedente e que os responsáveis queiram ceder este animal para o criadouro do Parque poder formar o seu casal para a reprodução.
Em algumas instituições essas transações costumam se dar através de permuta: você solicita uma espécie e “dá em troca” alguma que tenha excedente. Como o criadouro é novo, não temos animais para “permutar” o que dificulta ainda mais este processo.

Ao contrário do que imaginávamos o mais difícil não está sendo conseguir parceiros para este projeto, mas as espécies: “Os animais da fauna brasileira são da Nação e não de propriedade das instituições. Tenho informação de um criadouro aqui da região que possui três machos de arara-azul-grande e que não abrem mão destes animais, a não ser que tenhamos duas fêmeas da mesma espécie para permutar por um macho.” relata Mariângela Pinho, veterinária responsável pelo Parque Fioravante Galvani.

Para formar nosso plantel* dependemos destes animais excedentes ou de animais apreendidos pelo IBAMA e encaminhados para os CETAS (Centro de Triagem de Animais Selvagens), que não serão devolvidos para natureza.
Um exemplo de que ainda é possível contar com o apoio de instituições realmente comprometidas com a conservação destas espécies é que em março buscaremos uma fêmea de lobo-guará no Hospital Veterinário da Unesp de Botucatu, no interior de São Paulo.

Agradecemos o apoio e a confiança dos coordenadores dos Comitês de Manejo de Cervo-do-Pantanal e Lobo-Guará, prof. José Maurício Barbanti e a bióloga Cecília Pessuti respectivamente, além das empresas parceiras que acreditam e não poupam esforços para viabilização deste projeto!

* Grupo de animais reservados para reprodução

Instituto Lina Galvani . Avenida Onófrio Milano, 589 . Jaguaré . São Paulo . SP . Tel: +55 11 3767-0040